Bem vindo ao mundo encantado das 4 cordinhas mágicas

Perguntas frequentes (FAQ)

Encontre as respostas para as perguntas mais comuns sobre ukulele

Tire suas dúvidas com relação às questões mais comuns do dia a dia que a maioria dos iniciantes e músicos vindos de outros instrumentos possuem.

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O ukulele é um instrumento geralmente de 4 cordas, fabricado geralmente de madeira (existem também modelos de plástico e fibra), com dimensões reduzidas. É de fácil aprendizado e funciona muito bem para acompanhamento ou solo, sem restrição de estilos.

É excelente na musicalização infantil e no mundo todo tem sido usado por jovens, adultos e idosos.

Ukulele Ohana CK-10 / João Tostes se apresentando ao vivo com ukulele

Os madeirenses portugueses viajaram por 4 meses de navio (23 de abril a 23 de agosto de 1879) para trabalharem nas plantações de cana de açúcar do Havaí. Nesta embarcação, haviam 4 pessoas importantes para a história do ukulele: Augusto Dias, Manuel Nunes, José do Espírito Santo e João Fernandes. Este último era um excelente músico, e durante a viagem usou a braguinha, um instrumento português, emprestada por um amigo, para ficar tocando muitas músicas e alegrando a viagem.

Quando o navio chegou no destino, João pegou novamente a braguinha e desfilou tocando e cantando junto aos outros, festejando a chegada com sucesso no Havaí. A alegria era muito contagiante e o instrumento despertou o interesse do rei David Kalakaua e de outras pessoas da côrte e também da cidade de Honolulu.

Os outros três citados anteriormente eram ótimos no trabalho com madeira e tão logo conseguiram, deixaram de trabalhar nas plantações para que pudessem trabalhar com o que mais sabiam e gostavam, a criação de instrumentos musicais e mobília para residências e lojas.

Não se sabe ao certo quando se deu a alteração da afinação da braguinha para a afinação tradicional (ou um tom acima) do ukulele, mas Manuel Nunes ficou sendo conhecido com o criador do ukulele. Seus instrumentos traziam o brasão oficial da côrte, e ele era apoiado diretamente pelo rei, que também teve um papel importante na história: adicionar o ukulele à orquestra oficial.

Os outros madeirenses também tiveram seus negócios locais, e o último a permanecer foi o próprio Manuel Nunes, até 1915. Um de seus aprendizes, Samuel Kamaka, iniciou em 1916 a sua própria fábrica de ukuleles, a qual está em atividade até hoje (Kamaka Ukulele) e completou um centenário em 2016.

Existem 4 tamanhos básicos de ukulele. Começamos pelo soprano, que é o tamanho tradicional e que deu origem ao instrumento.

Em seguida, vem o concert, que é um pouco maior que o soprano (em tamanho e em escala – quantidade de “casas” no braço do instrumento), e depois o tenor, que é um pouquinho maior que o concert. Além da variação de tamanho do corpo do instrumento, e da quantidade de casas, eles também possuem timbres diferentes.

Em seguida vem o barítono, maior, que é desconsiderado por alguns de ser chamado de ukulele. Em geral, a afinação dos 3 primeiros ukuleles são iguais, e a do barítono é diferente, normalmente afinado como as 4 cordas de baixo de um violão (DGBE – de cima pra baixo). Quando dizemos “em geral”, significa que podem haver diversas possibilidades de afinação que inclusive fazem com que o barítono também tenha a afinação mais comum (GCEA). Ainda, é possível encontrar afinações diversas para o soprano, concert e tenor.

Ainda existem outros ukuleles, como o sopranino e sopraníssimo, além de banjolele (ou banjuke), guitalele e outros.

 

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Há songbooks e registros antigos, do fim dos anos 1890 e início dos anos 1900 que trazem duas afinações diferentes. Elas são as que chamamos de afinação em C (C6 ou High G) e afinação em D (D6 ou High A).

No Brasil e no mundo todo, a afinação mais utilizada atualmente é a C6, que chamamos de High G por ela ter uma corda mais aguda no topo do que a corda que a antecede, o que faz com que o instrumento se torne “reentrante”, ou seja, o oposto de linear, como é o caso dos violões e guitarras comuns.

Isso significa que, de baixo pra cima (da corda que fica mais próxima do chão, até a corda que fica mais perto do seu queixo), as notas são:

1ª – A    /    2ª – E     /    3ª – C    /   4ª – G

Esta 4ª corda, a G, é a própria “High G”, pois ela está somente um tom atrás (menos aguda) que a primeira corda (A).

Quando esta corda G está uma oitava abaixo, ela passa a ser a corda mais grave do ukulele, e damos o nome de “Low G”. Assista ao nosso vídeo sobre as diferenças entre Low G e High G, no nosso canal do youtube:

Não deixe de fazer o download do arquivo em PDF que acompanha o vídeo (na descrição do vídeo no youtube ou aqui no site neste link).

Outra afinação que muita gente utiliza, principalmente no Canadá, é a afinação em D, muitas vezes com a 4ª corda sendo grave, ou seja, de forma linear. Veja a tabela a seguir para conhecer alguns tipos diferentes de afinação:

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O ukulele, em geral, possui cordas fabricadas de nylon, fluorcarbono e nylgut (patenteado pela italiana Aquila, que simula as características da tripa, somando seus benefícios à tecnologia que faz com que os “contras” da tripa não estejam presentes). Existem outras ligas e materiais que podem ser utilizados para as cordas de ukulele, mas basicamente ficamos nestes tipos. Já o cavaquinho, por sua vez, utiliza cordas de aço. Há uma nova corda também fabricada pela Aquila, para o cavaquinho, que é chamada de “Red Series”, cordas vermelhas, as quais também são fabricadas para ukulele (claro, com suas devidas diferenças). Então, a primeira grande diferença está nas cordas.

Outra diferença é com relação à afinação. Tradicionalmente o ukulele utiliza a afinação GCEA (de cima pra baixo), para soprano, concert e tenor, e a afinação DGBE (de cima pra baixo) no barítono. Claro, há outras afinações, veja mais acima para ver detalhes. Já o cavaquinho utiliza, em geral, a afinação DGBD (de cima pra baixo), o que já muda tudo na hora de tocar. Um detalhe é que as cordas do ukulele (exceto o barítono e, também, podem haver exceções – veja a seção que fala da afinação do ukulele), são reentrantes, isto é, a corda de cima, G, é mais aguda que as duas próximas (C e E), sendo apenas um tom abaixo da primeira corda, A. Isto torna a afinação não linear (como é costumeiro em instrumentos como o violão, guitarra e o próprio cavaquinho).

Já falando com relação ao tamanho, na maioria das vezes o cavaquinho é produzido numa medida específica, variando pouco entre os fabricantes. Já o ukulele, como mencionado, tem vários tipos e tamanhos. Veja detalhes mais acima onde falamos sobre os tamanhos do ukulele.

Ainda, com relação a estilos, o cavaquinho é muito utilizado no samba, choro e pagode. No choro, muitas vezes é utilizado também como um instrumento solo. Já o ukulele é utilizado em todo estilo, desde as músicas clássicas, passando pelo reggae, pop, choro, samba, baião, rock, folk e muito mais. O ukulele tem sido usado como instrumento acompanhador por muitas bandas, inclusive brasileiras, assim como um instrumento solo (fora do Brasil, grandes referências são Jake Shimabukuro, James Hill, John King e uma lista bem extensa; no Brasil, são referências no uso do ukulele instrumental, João Tostes, Vinícius Vivas, Mateus Augusto, Fernando Novais, Thiago Luiz, Aline Kelly, Lucas Milani, Kinho, Paulo Avelar, Daniel Gonçalves, Lucas Araújo, Fábio Lodi entre outros).

Você pode clicar aqui e fazer download de listas de acordes.

O ubass, ukebass, baixo ukulele ou ukulele baixo é um instrumento similar ao contra-baixo, com dimensões reduzidas, lembrando um ukulele. Ele possui cordas que não são de aço, elas tem uma textura semelhante à uma borracha ou goma, parecidas com aquelas que utilizamos no braço para pressionar, quando vamos coletar sangue das veias. Existem ubass de várias marcas no mercado nacional, sendo fácil de encontrar no país as marcas Tagima e Kala.

O ukulele barítono é diferente dos demais. Inclusive, é desconsiderado por alguns de ser chamado de ukulele. Em geral, a afinação dos 3 primeiros ukuleles são iguais, e a do barítono é diferente, normalmente afinado como as 4 cordas de baixo de um violão (DGBE – de cima pra baixo). Quando dizemos “em geral”, significa que podem haver diversas possibilidades de afinação que inclusive fazem com que o barítono também tenha a afinação mais comum (GCEA).

O barítono é o maior dos ukuleles (veja abaixo sobre guitalele), e com a diferença de afinação se torna um instrumento para ser utilizado com outras ideias e propósitos, diferentes do que usamos tradicionalmente nos ukuleles tradicionais. Ele é muito utilizado para acompanhamento, mas também há versões solo feitas para ele, como Yesterday e Sons de Carrilhões, ambas criadas por João Tostes.

O banjolele é um instrumento que tem corpo muito similar ao banjo, porém, com afinação padrão de ukulele. Seu uso ainda não é intenso em nosso país, e fora daqui algumas pessoas o tem utilizado principalmente para desenvolver músicas ao estilo de George Formby.

O guitalele é um instrumento de tamanho similar ao barítono, mas em geral um pouco menor. Ele possui 6 cordas, e a afinação segue a ideia do ukulele tradicional (mas com Low G), com duas cordas a mais. Assim, de cima pra baixo, a afinação fica sendo ADGCEA, ou seja, é a mesma coisa que pegar um violão e colocar um capotraste na quinta casa. Assista um dos reviews feitos pelo João Tostes, sobre o Guitalele GL-1 da Yamaha, que apresenta muitos detalhes sobre o guitalele:

Assista este vídeo que apresenta diversos aplicativos e como utilizá-los:

Procure pelo Tunefor Ukulele e Ukulele Tuner na loja de aplicativos da Apple.

Esta é uma das perguntas que mais recebemos todos os dias. Vamos lá:

1) Em primeiro lugar, quanto você está disposto a investir? Isto é essencial, pois não dá pra recomendar sem saber quanto você pode gastar.
Abaixo há algumas informações a respeito de valores. Se o seu valor máximo é, por exemplo, R$ 200,00, escolha o Shelby, pois é a melhor opção abaixo de R$ 200,00 atualmente no país. Não compre um ukulele de marca Custom (UK-01), é uma decepção.

2) Você tem acesso a loja física ou precisa comprar pela internet?
Se você puder experimentar pessoalmente, faça testes como os que são feitos pelo João Tostes em todos os reviews de ukulele (assista qualquer um deles clicando aqui). Afine o instrumento e faça o teste de entonação, aquele que estiver confortável pra você já vai resolver.

Se você precisa comprar pela internet, mesma coisa, assista aos reviews para poder ter ideia do que comprar. De antemão, não escolha o ukulele Custom (UK-01). Sobre as lojas, há muitas delas, como lojas de eletrodomésticos, que entregam normalmente. Há também muitas opções no Mercado Livre. Para comprar por lá, lembre-se de olhar a reputação do vendedor e ler opiniões de outros compradores.

3) Seu uso é profissional ou amador?
Se você é profissional ou pretende ser, compre um ukulele que tenha ao menos o tampo sólido (ou o corpo todo sólido). Você também pode precisar de um ukulele amplificado, uma boa dica é o modelo TK-20CE, da Ohana, que é um ótimo instrumento para ser utilizado no palco.

Se você é amador e não tem pretensões, pode procurar por outras opções, porém, lembre-se sempre de que aprender num instrumento de qualidade faz toda a diferença no seu aprendizado.

Pesquise pelo Shelby ou Tagima, pois são boas opções. Lembre-se de assistir aos reviews destes instrumentos para ter certeza do que você quer comprar. Vale lembrar que nos últimos meses, tem havido relatos de problemas com os lotes da Tagima, de acordo com diversos usuários. Mesmo sempre tendo sido uma das recomendações, esteja atento a este detalhe e não deixe de conversar no fórum para saber sobre a experiência de outros usuários.

Uma última informação é que um bom instrumento pode fazer com que seu aprendizado renda muito mais, portanto, verifique a possibilidade de investir um pouco mais para evitar problemas futuros.

Neste caso, você pode procurar um instrumento como o Ohana SK-10, CK-10, ou similares, como o SK-14. Também existem bons instrumentos da Kala, porém, pergunte antes para quem já utiliza (no fórum, em grupos de whatsapp etc.) para ter certeza com relação ao modelo. Ainda, pode garimpar por um ukuele de tampo maciço, há opções, mesmo não sendo muitas, no mercado brasileiro.

Neste caso você já vai encontrar boas opções com tampo maciço, como o Ohana CK-20CE, aqui no Brasil. Você também pode considerar encomendar um de algum luthier (veja a lista de luthiers nacionais).

Aprenda a afinar. Este é o passo básico. Depois, navegue pelas sessões deste site, veja o nosso conteúdo, participe do fórum, leia dicas dos usuários, assista aos vídeos em nosso canal. Aprenda a tocar sua primeira música e vem participar com a gente!

Passo 1: Aprenda alguns acordes

Passo 2: Aprenda sua primeira música

Passo 3: Vem interagir pelo nosso fórum, e faça download de arquivos que te interessam

Passo 4: Veja nossa lista de vídeos pra conhecer mais sobre o ukulele

O ukulele, em geral, possui cordas fabricadas de nylon, fluorcarbono e nylgut (patenteado pela italiana Aquila, que simula as características da tripa, somando seus benefícios à tecnologia que faz com que os “contras” da tripa não estejam presentes). Existem outras ligas e materiais que podem ser utilizados para as cordas de ukulele, como a “Red Series”.

Existem muitas marcas famosas, sendo a Aquila a principal delas, além de outras como D’addario, La Bella, Worth etc.

Existem vários locais que vendem no Brasil, pela internet. Nós recomendamos a compra através do Ernesto, que tem ligação com a empresa italiana há mais de 20 anos. Os contatos com ele podem ser feitos via whatsapp: (11) 99242-1204, via e-mail: ernesto [@] aquila . mus . br [lembre-se de “arrumar o email” – proteção contra spam], ou diretamente através de sua página de vendas no Mercado Livre, clicando aqui.

Existem outras lojas de venda nas quais confiamos e que também entregam para a comunidade nacional, não somente encordoamentos mas também instrumentos e acessórios. Recomendo a loja do Lucas Leal, uke.com.br.

Existem vários tipos (espécies diferentes) de maçãs, e também de refrigerantes, e também de…, bom, cada pessoa tem sua preferência, certo? Enfim, para encordoamento de ukulele ou qualquer outro instrumento também há a questão de gosto pessoal. A Aquila tem muitos tipos diferentes de cordas, assim como a D’addario, a Worth, GHS e por aí vai. Cada pessoa tende a gostar de alguma, quando há um bom casamento entre a madeira e o encordoamento. Às vezes um encordoamento cai muito bem num modelo de ukulele, e em outro modelo nem tanto.

Se você quer uma recomendação e que em geral funciona há tempos, um modelo de corda que sempre vi cair bem em todos os ukuleles é a Aquila Lava, portanto, na dúvida, experimente este modelo no seu ukulele que as chances de dar certo e melhorar o som são muito grandes.

Mais uma vez, essa resposta depende de muitos detalhes, mas vamos dar uma ideia:

1) Se você é profissional da música, já sabe das vantagens de ter cordas sempre limpas e bem condicionadas. Em geral, a troca a cada 3 meses é suficiente.

Vamos explicar o “em geral”: se o encordoamento for de nylon e você usar todos os dias, pode acontecer de ele perder o brilho com 2 meses. Tem gente que jura de pé junto que usa nylon por anos e não muda nada, mas no dia a dia, testando e experimentando, dá pra perceber que muda sim e que isso não é verdade.

Encordoamentos de fluorcarbono duram bem mais, eu mesmo já usei por mais de 2 anos num mesmo ukulele e elas sempre ficaram legais. Por outro lado, teve vez ou outra que utilizei e o fluorcarbono desfiou (não durou nem 2 semanas). Nesse caso, não há solução, senão a troca.

2) Se você usa o seu ukulele sem tanta frequência, e tem costume de utilizar bons encordoamentos, pode ser que você consiga utilizar entre 6 meses a 1 ano sem precisar trocar. Opte por um bom encordoamento, para que você possa usufruir com qualidade o melhor do seu ukulele. Recomendamos encordoamento Aquila (na dúvida, escolha o modelo Lava, afinação High G).

O instrumento laminado basicamente tem sua construção feita à partir de materiais que “sobram” no trato das madeiras brutas. Estes materiais são prensados, e dão origem a pequenas lâminas. Essas lâminas são coladas umas sobre as outras, formando uma placa de madeira. Destas placas, o ukulele é fabricado. O resultado é um instrumento de custo baixo, mas de qualidade inferior, não tendo a sonoridade tão aparente, embora seja interessante para mercados como o nosso, e com alguns modelos que valem a pena, como é o caso do Ohana SK-10. Assista ao review deste instrumento:

Já um instrumento com o tampo maciço dá uma resposta mais bonita, brilhante, alta, a um instrumento. Você ouve tudo com mais definição. É uma boa ideia utilizar ao menos um instrumento com tampo maciço se a intenção é uso profissional. Pesquise sobre o Ohana CK-20CE ou Ohana TK-20CE para conhecer mais sobre o instrumento.

Por sua vez, o instrumento que possui todo o corpo fabricado de madeira maciça (e isso significa que as faixas utilizadas para sua composição são maciças, não o instrumento inteiro), geralmente dá resultados muito belos, pois a harmonia criada entre as madeiras é muito mais definida, bela, com um resultado totalmente diferente.

Vale lembrar que a madeira maciça, durante alguns anos, tende a melhorar, o que significa que um instrumento velho pode ser melhor que um instrumento recém-fabricado.

Um último detalhe é que depende muito da marca, fabricante, luthier, na montagem de um instrumento, para que as madeiras, mesmo sendo boas, possam ter harmonia entre si para garantir um bom resultado.

Há muitas madeiras e precisamos de um artigo inteiro pra falar melhor sobre isso. Basicamente, encontramos o mogno (ou mahogany, em inglês), como uma das principais madeiras utilizadas na construção do ukulele. Outra madeira comum é o cedro (de várias origens), assim como o rosewood (que seria algo como o nosso Jacarandá da Bahia, porém, uma árvore um pouco diferente cultivada fora do país).

A acácia também é bastante utilizada, porém, menos comum aqui no Brasil. Existem muitos tipos de acácia diferentes, e a mais famosa delas é a Koa. Os ukuleles mais caros do mundo são fabricados com esta madeira.

As diferenças entre elas são muitas, algumas destacam graves, outras os agudos, médios e por aí vai. Depende muito se a madeira da lateral e fundo é igual à do tampo, ou não. Não existe fórmula e não existe a melhor – vai depender do seu gosto, assim como também uma ótima madeira, utilizada nas mãos de quem não tem boa habilidade, pode resultar em um instrumento ruim.

Sim, e você pode facilmente fazer isto com um microfone ou com um captador.

Sim, e eles estão cada vez mais populares. O primeiro que usamos foi um Ohana Tenor, TK-20CE, que veio de fábrica na época com captação UK2000. No Brasil, as opções de ukuleles amplificados estão aumentando, e nós sugerimos que você pesquise pelos modelos da Ohana ou Kala. Não testamos outras marcas.

Claro, perfeitamente. Existem várias formas e diferentes captadores, e tudo vai depender da sua intenção.

Se você é artista profissional e precisa de qualidade de som impecável (e, levando em consideração que você já possui um instrumento de qualidade), busque pelos captadores LR Baggs 5.0 (dificilmente encontrado no Brasil, mas é possível importar – eu mesmo tenho um) e Fishman Infinity (esse é mais fácil de encontrar por aqui). Ambas as opções custam mais de R$ 1000,00 (mesmo importando, caso passe na alfândega), e é recomendado um bom luthier pra fazer a instalação.

Se você toca sem a necessidade de níveis altamente profissionais, seja com banda, na igreja, escolas etc., você pode utilizar uma das seguintes opções, as quais já utilizamos ou continuamos utilizando no palco:

  • Belcat UK2000 (Pode ser que você encontre sem a palavra Belcat, devido às revendas por outras empresas)
  • Belcat UK300T (idem)
  • Fishman Sonitone (esse é bom porque “fura” pouco o ukulele)
  • Fishman Kula

Sobre os captadores de contato, ao longo de 5 anos eu testei 6 tipos diferentes, incluindo captadores de cavaquinho e até mesmo de violino, e nenhum deles me deu bons resultados no palco (muito pelo contrário, só problema e até vergonha). Sendo assim, até o momento, não há algum captador de contato que eu possa recomendar (e não é que não exista, talvez eu é que não encontrei um bom até o momento).

Isso depende totalmente do local onde você mora. Nós já soubemos de casos onde os luthiers cobram R$ 40,00 pela instalação, assim como outros em que custa R$ 150,00. Você precisa encontrar um luthier na sua cidade ou região e explicar pra ele que deseja colocar a captação. Alguns podem oferecer a captação com o serviço, outros podem te pedir para você comprar o captador e depois levar junto com o instrumento.

Uma informação básica: prefira um profissional! Porém, sim, você pode, mas há uma série de considerações pra levar em conta e o resultado pode não ser nada do que você espera. Primeiro, veja se você tem materiais disponíveis. Furadeira, broca específica, local e iluminação adequados, instrumentos de medição, proteção etc. Se você não entende nada disso, melhor deixar pra lá. Se você é bom de gambiarra, tem costume de trabalhar com furadeira, se garante nisso, busque no youtube por “how to install under saddle pickup” e boa sorte. ATENÇÃO: Prefira um profissional!

 

 

 

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